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Produções Industriais

 
 Indústria e Comércio

Até há bem pouco tempo, Vila da Ponte era bastante pobre em indústrias; embora a situação esteja a melhorar nos últimos anos, houve até então vários factores que condicionaram o desenvolvimento industrial da aldeia: capitais, vias de comunicação, matérias primas e mão de obra especializada, que até então estavam condicionados pela e para a agricultura.

Indústrias caseiras regionais sempre existiram, como os moínhos do Távora (hoje inexistentes), o linho, anteriormente cultivado e hoje inexistente, era colhido, fiado e tecido, fornecendo o bragal dos ricos e pobres.

Em meados do século passado, a extracção da resina do pinheiro, e o corte das madeiras de pinho castanheiro e carvalho, e seu transporte para fábricas de transformação destes passaram a ser um trabalho rotineiro e rentável.

A indústria hoteleira ràpidamente obteve êxito, se por um lado se deveu à situação priveligiada na rodovia "Guarda - Lamego", e neste caso a referir o restaurante Beira-Rio, também certas especialidades alimentares que se tornaram uma referência obrigatória na aldeia, "Os peixes fritos do rio Távora", especialidade muito famosa do restaurante Pica-Peixe. O café Canto da Ponte, conhecido na aldeia pelo café do Carlos, oferece uma concepção de camarão frito, impar nas casas da especialidade da cidade.

As famosas cavacas de Vila da Ponte, iguaria doce e muito saborosa, são fabricadas em indústria caseira da aldeia e muito procuradas pelas gentes das redondezas.

Continuando na temática alimentar, Vila da Ponte dispõe de 6 cafés «Távora, Costa, Canto da Ponte, Pica Peixe, Zeca-Pôr do Sol e Beira Rio», cada um com uma especificidade própria e clientela adequada. Também se encontram quatro lojas de artigos alimentares à disposição «A Riqunha, o António Sá, A Dulcinha, e o Abílio».

Pela situação priveligiada no centro do concelho que apresenta, verificou-se nos últimos anos os aparecimento de casas de Material de Construção, cada uma com uma especificidade própria, gerando um movimento de transações e vendas, que se torna bastante evidente durante a semana na aldeia, a referir os Materiais "Jorge Areias", "José Carlos Salgueiro", "António José Salgueiro" e "Materiais Lelo", que além de materiais de construção, dispõem de gama completa de materiais de canalização e electricidade.

Na construção civil, aparecem jovens construtores (como o caso das Construções Quintela", que desde a construção das casas tradicionais em betão, especializaram-se com alto nível de qualidade na recuperação e modernização das tradicionais casas graníticas da região, tornando-se já como referências artísticas da região.

Casa das mobílias do Sr. Fonseca, Pronto a vestir de Esmeraldina Nunes, são também indícios de crescimento económico da aldeia.

Mecânica, reparação e venda de motos, e dos vários instrumentos motorizados e mecânicos para a agricultura, também se podem encontrar na Oficina do Sr. Manuel Anicecto e Sr. Gabriel Vaz.

Repação e venda de pneus (João Saraiva), mudanças de óleos e lavagem de automóveis (Acácio Saraiva), são mais factores já muito sedimentados e fulcrais da aldeia; recentemente é sabido da abertura duma nova de oficina de veículos motorizados, mas de momento aínda não se possui informação da sua especificidade.

Desde Setembro entrou em funcionamento a "Padaria de Vila da Ponte", que está a gerar muito sucesso pela qualidade da sua panificação.

Grandes indústrias começaram a surgir há poucos anos sendo de referir a moderna fábrica de tratamento e armazenamento de maçãs "Frutas Cruzeiro", e a "Frusantos" que comercializa, armazena e distribui as várias espécies de frutas da região, além do comércio de batata e cereais e exportação de algumas espécies, com a castanha, não só para o território de Portugal, como também para o Brasil e EUA. Estas duas empresas, além da importância que representam, oferecem já um bom número de empregos para estas populações.

A fármácia Mota de Vila da Ponte, comercializa além produtos medicamentosos de prescrição médica para o homem, e químicos de prescrição veterinária para  animais, uma grande diversidade de produtos de apoio à saúde e higiene humana.

Desde 1999 dispõe-se já na aldeia duma Óptica denominada "Chá verde", que dispõe também de biblots, jornais e revistas diárias.

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